sábado, junho 17, 2006

Sou limitada e sou infinita,
Sou feia e sou bonita,
Conto verdades e digo mentiras,
Canto tristezas e choro alegrias,
Nasci a ferro, me crie à fogo.
Toquei piano, toquei os santos,
Parei a música, dancei o silêncio,
Ganhei coragem, comprei o medo,
Vivo livre com meus arreios.
Sou de pele, sou de osso,
Sinto um pouco de cada gosto.
Nada me mede, nada me guia.
Sou assim, um pouco como a vida.

Poema ainda sem nome, e talvez eu nem dê um nome.

7 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Mon petit... sem palavras.

Esse jogo de rimas ficou perfeito... é coisa de profissional mesmo!

Embora eu seja um tanto suspeito, já que eu sempre adorei seus trabalhos, eu acho que não há poeta neste mundo que não seja capaz de reconhecer a beleza destes versos.

Baisers...

C'est La Vie

2:45 PM  
Anonymous Anônimo said...

plaplaplaplaplapla...
Nossa gostei muito...
mas eu sou muito suspeito pra falar...

8:29 PM  
Anonymous Anônimo said...

Muito bom mesmo... ja te disse que vc nasceu pra coisa neh! hahaha! bjokas!

2:00 AM  
Anonymous Anônimo said...

Olá!
Que contraditório, mas nós somos assim mesmo, né??
Adorei...
Bjocas

11:21 AM  
Anonymous Anônimo said...

Mantenha sem nome mesmo... se não, teremos que questionar muito o por que do título...

Melhor mostrar o que já se mostra... que somos seres imprevisíveis demais... ou não? Pouts! Melhor deixar um beijo... ou um abraço??

Ah... té mais... =*

5:46 PM  
Anonymous Anônimo said...

Iuhuuuuuuuuuuuuu!!!

Show de bola teu poemmma kelidaaa!!!! doreeiiiii!!! mtaaaum msm...se bem q euzinha, sendo loka por essas coisas, fika ateh mais fácil de admirar a beleza num jogo de palavras, rimas, sons, musicalidade e expressão...

dorei.!!!

nota 10!

bjusssssss da xua ex-primaaa...rsrsrrs

Laryy

2:19 PM  
Anonymous Anônimo said...

Caramba, mocinha. Estou impressionado.

12:04 AM  

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